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quinta-feira, 27 de março de 2014
terça-feira, 4 de fevereiro de 2014
IRÃ – Jovem preso
Vamos orar por esse jovem e por nossos irmãos no Irã
FONTE - http://www.vozdosmartires.com.br/
Náufrago diz que lembrar da família o manteve vivo no Oceano Pacífico
Náufrago diz que lembrar da família o manteve vivo no Oceano Pacífico
Além disso, ele declarou que sua fé o ajudou durante seu percurso
O náufrago salvadorenho que diz ter sobrevivido mais de 13 meses à deriva no Oceano Pacífico depois de ter zarpado do México declarou nesta terça-feira (4/2) em uma entrevista que pensou em suicídio, mas que lembrar da sua família o manteve vivo.
Além disso, o pescador José Salvador Alvarenga declarou que sua profunda fé religiosa o ajudou durante seu percurso de 12.500 quilômetros entre o México e um atol (Ebon) ao sul das Ilhas Marshall, e descreveu como se viu obrigado a lançar ao mar o cadáver do companheiro adolescente com quem havia saído para pescar, que morreu de inanição. Segundo ele, os dois saíram de Puerto Paredón, no México, no dia 21 de dezembro de 2012, a bordo da lancha "Camaronera de la costa", com destino a El Salvador para passar o Natal, mas foram surpreendidos por um vento norte muito forte.
"Não queria morrer de fome, nem de sede, tinha medo", declarou à AFP Alvarenga mediante um intérprete de espanhol no hospital de Majuro, capital do arquipélago, onde se recupera depois de ter sido encontrado na quinta-feira por dois moradores locais, quando estava completamente desorientado em sua chegada ao remoto atol. "Ocorreram dois momentos em que pensei em me matar, quando não havia comida nem água pegava a faca, mas tinha medo de fazer isso", acrescentou, levantando um braço para, apontando ao céu, dizer que sobreviveu graças "a Deus, a minha fé em Deus. Não pensava que ia morrer, mas que ia sair!".
Alvarenga também mencionou que durante seu périplo ansiava por seus pratos favoritos. Seu sonho por mais de um ano foi "comer uma tortilha, frango, ovos, beber muita água", disse. Além disso, durante a conversa esclareceu que, embora não seja casado, tem uma filha chamada Fátima Maeva, a quem está ansioso para voltar a ver. Já seus pais, que vivem em El Salvador, temeram seriamente por sua vida. "Dou graças a Deus por ver meu filho, acreditava que estava morto", declarou à rede de televisão CNN sua mãe, María Julia Alvarenga, que junto ao seu marido, Ricardo Orellana, vive em uma comunidade de Garita Palmera, 118 km a sudoeste de San Salvador.
"Graças a Deus está vivo. Estamos muito felizes. Só quero tê-lo aqui conosco", acrescentou sua mãe. O governo salvadorenho trabalha com o do México para acelerar sua repatriação. Alvarenga disse com a ajuda do tradutor que saiu para pescar tubarões junto a um adolescente chamado Ezequiel e que ficaram à deriva na pequena embarcação de fibra de vidro de 7,3 metros de comprimento.
O semblante do homem de 37 anos mudou ao descrever como seu acompanhante, que tinha entre 15 e 18 anos, morreu quatro meses depois de ter zarpado ao não conseguir sobreviver se alimentando com carne de aves e tartarugas, com o sangue delas e sua própria urina. Quando o jovem faleceu, Alvarenga lançou seu cadáver ao mar. Na segunda-feira pescadores mexicanos reconheceram por fotografias o salvadorenho.
"É ele, é 'La Chancha', papai!", afirmou utilizando o apelido do náufrago um dos filhos de Guillermino Rodríguez Solís, o pescador chefe de Alvarenga, ao ver as fotografias de seu resgate mostradas pelos repórteres que viajaram à comunidade de Chocohuital, município de Pijijiapan, em Chiapas (sudeste). Rodríguez declarou que Alvarenga zarpou no fim de 2012 com todas as ferramentas necessárias para um dia normal de pesca de tubarão, possuía gasolina, água suficiente e mantimentos para retornar em menos de 24 horas à costa de Chocohuital.
O salvadorenho, conhecido na comunidade pesqueira como "La Chancha", se comunicou "em uma ocasião por rádio", mas foi antes da mudança repentina de clima, disse Rodríguez.
Fonte: Correio Braziliense
Achado arqueológico em Israel confirma relato do Livro de Josué
Pesquisadores escavaram as ruínas da cidade de Ai
Descoberto ano passado, durante meses de escavação na área com as ruínas da fortaleza em Khirbet el-Maqatir, 9 km ao norte de Jerusalém, um pequeno amuleto ajudou arqueólogos a comprovar mais um relato bíblico.
O Velho Testamento conta a história da cidade de Ai, que foi conquistada e incendiada pelos israelitas durante a conquista de Israel. No Livro de Josué há um relato sobre isso, mas sua localização nunca foi totalmente comprovada.
A escavação liderada pela Associates for Biblical Research (ABR), um ministério especializado em escavações bíblicas, no ano passado foi muito proveitosa. A equipe descobriu em uma caverna subterrânea, ruínas de um casa e mais de 100 moedas. O que mais chamou atenção é um objeto com menos de dois centímetros.
O relatório explica que é uma peça ornamental, usada provavelmente em um colar, chamada de scarabée. O ornamento recebe esse nome porque seu formato remete a um escaravelho. Os antigos egípcios, reverenciavam esse inseto pois o relacionavam com o deus do sol.
Considerada a descoberta arqueológica mais importante de 2013, o escaravelho, juntamente com outros artefatos do sítio de Khirbet el-Maqatir, ficarão em exposição no museu da Universidade Baptista de Houston. No dia 8 de fevereiro haverá no local um simpósio para destacar a importância da descoberta para a arqueologia bíblica.
O relatório da ABR afirma que o escaravelho possui inscrições indicando que provavelmente pertenceu ao último rei de Ai. A datação dos objetos encontrado apontam para o final da era de bronze, entre 1550 e 1450 a.C. Esse período histórico é condizente com o que é historicamente aceito para a narrativa de Josué.
Arqueólogos já haviam feitas descobertas no local em outros tempos, mas haviam dúvidas sobre a exatidão da narrativa de sua conquista. Agora a prova “definitiva” foi encontrada.
Local das escavações.
“Muitas descobertas arqueológicas estão diretamente relacionadas com as Escrituras e confirmam a historicidade do relato bíblico”, afirma o material oficial divulgado pela ABR. “Outras descobertas oferecem fascinante material de apoio para as narrativas bíblicas. Quando as pessoas ficam sabendo dessas descobertas, a Bíblia ganha vida e o estudo da Bíblia torna-se mais interessante e significativo.”
O doutor Henry Smith Jr., diretor de desenvolvimento da ABR, explica: “Nossa tese foi que a fortaleza [de Ai] foi destruída no final da era de Bronze I. Com base nas evidências arqueológicas que descobrimos, é do mesmo período de tempo, proporcionando-nos uma data de ocupação independente da cerâmica… A Bíblia registra que a cidade de Ai foi ocupada no final do século 15 a.C, e destruída pelos israelitas. O escaravelho é consistente com essa afirmação. ”
Bryant Wood, um membro da ABR acredita que este é um momento emocionante para a arqueologia bíblica: “À medida que continuamos nossa escavação e investigação, Deus está fornecendo evidências cada vez mais fortes para combatermos os ataques de críticos e fornecermos razões para aqueles que buscam a verdade possam acreditar na Bíblia. Obrigado por reconhecerem o valor apologético e evangelístico da pesquisa arqueológica. Ela comprova e proclama a verdade da Palavra de Deus nesta era científica de dúvida, de ceticismo e de decadência moral”. Com informações Christian News e Christianity Today.
Cristãos sírios falam sobre seus anseios, medos e dificuldades -
A situação em Homs é miserável, a cidade passa por muitas dificuldades. Segundo nossas fontes, mais de 80 por cento dos cristãos deixaram Homs e foram para aldeias vizinhas e Damasco. Alguns pastores permanecem na cidade. Soubemos de uma igreja evangélica que foi atacada. Algumas igrejas ainda abrem nas manhãs de domingo para atender os fiéis, mas a maioria das pessoas não comparecem por causa da distância entre suas casas e a igreja e os poucos que moram mais próximos à igreja não têm meios de transporte adequado e seguro para ir ao culto.
"As pessoas que vivem próximas umas das outras se reúnem para orar. Homs é uma cidade fantasma e a situação das pessoas não é estável. Os cristãos que foram embora de Homs, souberam depois que suas casas foram invadidas e saqueadas. "
As escolas em Homs às vezes funcionam, às vezes não. A preocupação das pessoas é com a segurança de seus filhos na escola, e principalmente no caminho à escola. "As pessoas da cidade não dispõem de recursos, nem mantimentos, isso torna a situação desesperadora", diz um cristão sírio.
A situação em uma pequena cidade está se tornando cada vez mais violenta. Os poucos cristãos que haviam ali já deixaram ou estão deixando o local porque tornou-se uma zona de guerra. Em outra pequena cidade, porém, os cristãos não deixam de se reunir regularmente. Mas, segundo o pastor, a situação é tensa para a pequena minoria cristã, porque eles sabem que estão cercados por muçulmanos extremistas e de oposição.
Perseverança
Comparado com o que está acontecendo em outras cidades, a situação na capital Damasco é bastante estável. "Mas, ainda assim, as pessoas não saem de casa após o pôr do sol, a menos que seja para áreas conhecidas, seguras e de fácil acesso. Igrejas mantiveram os seus serviços e, as escolas estão funcionando bem, exceto às sextas-feiras. A situação financeira das pessoas piorou. Os pastores da capital tambem alegam que têm ocorrido sequestros e roubos, e que as pessoas estão vivendo com medo.
"Alguns cristãos, querem deixar o país, mas outros dizem que não há como fazê-lo. Eles dizem: 'nós nascemos e crescemos aqui, e aqui vamos ficar, não importa o que aconteça, mesmo que tenhamos que morrer' ".
Vários pastores compartilham o temor que muitos cristãos têm sobre uma possivel queda do governo do presidente Assad, o que pode piorar drasticamente a situação deles. Em geral os cristãos encontram força na sua fé e tentam manter sua atitude positiva confiando que Deus tem uma resposta e trará a paz à Síria novamente. "A igreja está orando sem cessar". Nós oramos muito e confiamos na poderosa mão de Deus", diz um dos pastores da capital.
Por favor, junte-se aos cristãos sírios em oração, ore pela paz do país. O que vai acontecer a seguir? Só Deus sabe a resposta, mas a igreja brasileira deve definitivamente se levantar e orar pelos cristãos sírios e por sua nação.
Pedidos de oração
•Ore pelo fim dos conflitos militares na Síria e pelo restabelecimento da paz no país.
•Ore pelo situação dos cristãos que vivem nas cidades de Homs, Demasco e Aleppo. Peça a Deus que os proteja e supra todas as suas necessidades.
•Ore para que o testemunho de amor, perseverança e fé dos cristãos sírios possa impactar a vida dos muçulmanos.
FontePortas Abertas
TraduçãoMarcelo Peixoto
Um pastor e outros 19 cristãos são presos na China
O Pr. Zhang foi detido pela polícia, sem qualquer documentação formal. Através de uma postagem na mídia social, o advogado Liu Weiguo disse que tinha se encontrado com o Pr. Zhang no dia 15 de janeiro, e descreveu alguns dos obstáculos que ele e outros advogados encontraram em tentar contatá-lo desde sua prisão.
De acordo com relatos do China Aid, nove membros da igreja continuam detidos e mais três estão desaparecidos após terem sido levados pela polícia. Uma das cristãs, Yang Miling, foi notoriamente espancada enquanto presa. Seu filho de 17 anos foi interceptado a caminho do hospital, quando tentava visitar a mãe, e também foi gravemente agredido.
Há relatos não confirmados de que seis dentre os detidos receberão sentença antes do Ano Novo Chinês. Os advogados Liu Weiguo e Xia Jun contaram à Asia News que o julgamento do Pr. Zhang também acontecerá logo.
FonteCSW
TraduçãoJorge Alberto - ANAJURE
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